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A inclusão de crianças neurodivergentes nas escolas brasileiras avança em ritmo acelerado. Entre 2023 e 2024, as matrículas de alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) cresceram 44,4% na educação básica, saltando de 636.202 para 918.877, segundo dados do INEP/MEC. Paralelamente, prefeituras de diferentes estados passam a incluir, em seus editais, a contratação de materiais e serviços voltados à implantação de salas sensoriais e ambientes de integração, sinalizando uma mudança estrutural na forma como a educação pública se prepara para receber alunos que aprendem de maneiras diversas.
O município de Xanxerê, (SC), por exemplo, publicou edital específico para implantação de uma sala de integração sensorial. O movimento reforça uma constatação cada vez mais presente no debate educacional: garantir a matrícula não é suficiente. A inclusão exige espaços adequados, profissionais capacitados e metodologias capazes de respeitar diferentes ritmos e formas de aprendizagem.
Quando o ambiente certo transforma a aprendizagem
Em uma escola pública do distrito de Santo Eduardo, em Campos dos Goytacazes (RJ), a robótica educacional tem se mostrado uma aliada importante nesse processo. As atividades práticas passaram a integrar a rotina escolar e têm contribuído para melhorar a concentração e o engajamento de alunos diagnosticados com TDAH.
A professora Izabel Dornellas, há 37 anos na rede pública, acompanha de perto essa transformação. “Na sala tradicional, muitos deles não conseguem finalizar uma atividade. Na robótica é diferente. É como se o mundo ao redor desaparecesse. Eles se concentram e concluem o protótipo com um foco que não vemos no dia a dia”, relata.
A escola participa de um programa de robótica educacional da Brink Mobil que inclui formação de professores e acesso a laboratórios utilizados por redes públicas em diferentes regiões do país. Mais do que a tecnologia em si, o diferencial está na combinação entre espaço adequado, proposta pedagógica e preparo dos educadores para trabalhar com públicos diversos.
Da sala de aula ao protagonismo
Esse impacto ficou ainda mais evidente no projeto desenvolvido por um estudante com autismo. Inspirado pela própria história familiar, o aluno criou, ao longo das aulas de robótica, um protótipo de “chutador” pensado para auxiliar a mãe, que é amputada.
Antes com dificuldades de organização e permanência na tarefa, o estudante demonstrou alto nível de foco e envolvimento durante todo o processo de criação. O protótipo foi apresentado no Seminário Municipal de Tecnologia, e o aluno acabou selecionado para representar cerca de 15 mil estudantes da rede pública.
O episódio evidenciou como ambientes estruturados e projetos desafiadores podem revelar competências que muitas vezes permanecem invisíveis no modelo tradicional de ensino, colocando o aluno no centro do processo de aprendizagem e como protagonista de sua própria trajetória.
Ambientes preparados ganham espaço nas redes públicas
Além da robótica, cresce nas redes públicas a adoção de ambientes especialmente pensados para acolher crianças neurodivergentes. Esses espaços são projetados para organizar estímulos, reduzir a sobrecarga sensorial e oferecer maior previsibilidade, favorecendo o desenvolvimento cognitivo, emocional e social dos alunos.
A Brink Mobil atua nesse contexto como fornecedora de soluções educacionais e como agente de formação, acompanhando as demandas do mercado e das redes públicas. A empresa tem ampliado o desenvolvimento de ambientes adaptados e investido na capacitação contínua de professores, alinhando-se às exigências que já começam a aparecer de forma estruturada em licitações públicas.
A presença desses critérios em editais sinaliza que a inclusão deixa de ser um projeto pontual para se tornar parte do planejamento educacional desde a origem, exigindo soluções técnicas, pedagógicas e estruturais integradas.
Por que a robótica favorece alunos com TDAH
Na prática pedagógica, educadores apontam alguns fatores que explicam por que a robótica tem se destacado no trabalho com estudantes com TDAH. Atividades práticas ajudam a sustentar a atenção por mais tempo, a existência de um objetivo concreto favorece a organização do foco e o trabalho colaborativo contribui para a autorregulação e a redução da ansiedade.
“Nos projetos mais complexos, eles ficam ainda mais motivados, como se estivessem competindo consigo mesmos”, comenta Izabel. “O que transforma é o brilho nos olhos. É encantamento somado ao desafio”.
Quando a escola muda, ao mercado acompanha
O crescimento de laboratórios de robótica e de ambientes neurodivergentes em licitações públicas tem influenciado diretamente a atuação de empresas do setor educacional. Ao acompanhar essas transformações, fornecedores passam a desenvolver soluções mais alinhadas às necessidades reais das escolas e dos alunos.
No caso da escola de Santo Eduardo, o projeto só foi possível porque a professora havia sido previamente capacitada e contava com materiais adequados para aplicar a robótica de forma intencional e pedagógica. A experiência reforça um ponto central do debate atual sobre inclusão: não basta acesso à tecnologia. É a combinação entre ambiente preparado, formação docente e metodologia que permite transformar a aprendizagem e ampliar o protagonismo de alunos neurodivergentes.
Sobre a Brink Mobil
A Brink Mobil é uma empresa brasileira com 38 anos de atuação no desenvolvimento de soluções educacionais. Seu portfólio inclui kits escolares, uniformes, laboratórios educacionais, playgrounds pedagógicos, instrumentos musicais e recursos alinhados à BNCC. A companhia possui múltiplas unidades fabris no Brasil, incluindo a fábrica em Campina Grande do Sul (PR), que adota práticas sustentáveis como o uso de energia solar e a aplicação de materiais biodegradáveis, reforçando seu compromisso ambiental e social. Presente em todo o país, a Brink Mobil já beneficiou milhões de estudantes e professores brasileiros, consolidando-se como referência em inovação, qualidade e impacto positivo na educação.
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